Humanizar através do design: transformar o que é tecnologicamente possível em culturalmente aceitável

Somos consultores na área de análise e desenvolvimento de portfólio de empresas e organizações, trabalhamos de forma integrada o design de produto, de serviços e de espaços com o desejo e a emancipação dos seus utilizadores ou consumidores, ou seja, do seu público.

Contribuir para a inovação de produtos, espaços e serviços é o que sabemos fazer melhor, procurando promover em simultâneo inovação social nas empresas e nas comunidades.

Como surgiu a LINHABRANCA?

A LINHABRANCA surge em 2004 como um casamento criativo entre o design industrial e a arquitectura em torno dos objectos ditos “sem marca”. De uma primeira recolha e pesquisa sobre objectos autoconstruidos, a que chamaram «Objectos Linhabranca», surgiu uma foto-reportagem e colectânea de objectos anónimos que lhes serviu de base para, por um lado, entenderem melhor os comportamentos humanos e as necessidades do Do-It-Yourself, e por outro, começarem a projectar os seus.
Partilha-se o gosto pela escala urbana e pelos objectos ditos domésticos, mas é entre as disciplinas de base, o design industrial, a arquitectura e a economia social que a Linhabranca é contactada, participando em vários projectos, desde a criação de novos espaços, passando pelo mobiliário urbano, à concepção de novos produtos e de serviços que venham saciar uma necessidade humana emergente.
São uma equipa de ‘fazedores’ orgulhosamente dedicados, de áreas distintas e ao mesmo tempo complementares, que encontraram a plataforma comum, o estudio Linhabranca, para dar resposta a vários projectos.
O que os une: o pensamento estratégico e as ferramentas de projecto para construir novos objectos, espaços, produtos ou serviços. Com percursos profissionais muito distintos, conseguem trazer diferentes modos de olhar um problema mas com a mesma vontade em lhe dar resposta. Gostam de trazer os parceiros certos para colorir e enriquecer alguns dos seus projectos e de trabalhar em co-criação com outras equipas. Alicia-lhes os problemas em bruto, das questões quase existenciais. E no fim, ouvir que “valeu a pena!”.

Fundadores:

Daniel Caramelo, é apaixonado pelas possibilidades industriais e as capacidades humanas de construir artefactos, é designer industrial e nasceu em 1979 no Fundão. Bárbara Fachada, ‘empreiteira’ da co-criação, alicia-lhe fazer crescer capacidades escondidas em organizações e pessoas através da criação de novas soluções colaborativas, é arquitecta e mestre em economia social e solidária e nasceu em Lisboa em 1979.

Colaborações:

Num ‘efeito Medici’: Cristina Coelho (consultoria de marketing), Lara Domingues (Ilustração), Filipe Correia (design gráfico), José Antunes (marcenaria e carpintaria), Tiago Praça (ceramista), Manuela Pacheco (artes plásticas e multimédia).